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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Latitudes

Ursa maior, quanta falta fizeste no horizonte daquilo que deslumbro da minha janela. Meridiano encontro-me agora mais próximo de ti do que os 8 graus a que costumo distar de ti durante a maior parte do ano. Região mais seca, mais quente, mais acolhedora do que a cidade dos canais que eu adoro.

Agora sinto a vontade de simplesmente me perder por esses prados repletos de pequenos marcadores biológicos de boa vizinhança e de sustentabilidade ambiental por este lados, contrariamente ao que muitos continuam a defender.

Há em mim uma enorme vontade de revisitar o meu próprio rio e a sua foz, interrogando-me o que a secura do verão a terá tornado, quero aproveitar antes que o seu término chegue até aos nossos dias. Ansioso me encontro pelo regresso dos meus cavaleiros, que simplesmente voltem das suas cruzadas por cidades não tão desconhecidas dos meus sapatos. Ânsia de uma boa conversa, de um terrivelmente mau jogo de bilhar num bar extremamente comum.

Férias quanta falta me fizestes durante estes últimos tempos!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Reino maravilhoso

De nariz gelado anuncio aos céus a grandeza que sinto nos ossos, não é gelo é um aperto enorme da terra que me viu nascer, crescer e tornar um pequeno adulto. Tinha saudades deste aperto tão família que me faz sentir em casa. Um reino órfão de rei, um reino dentro desta jovem república, em ti guardas o futuro líquido colectivo destas gentes, domas o poderoso D'ouro e consegues fazer o Tua e o Sabor serpentear entre os teus dedos, chamam-te montes, albergas no entanto a tua maior beleza nos teus largos vales.

Translúcido no inverno assim como um cristal, brotando de vida em Março, aumentando a temperatura até ao calor tórrido dos teus Verões, tenho saudades de explorar e me perder nos teus prados, sem mapas e sem horas , procurando um lugar para assistir ao belo espectáculo que proporcionas no cair do sol nessas tardes de outono. Anseio o dia de amanhã.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Open road


Quanta falta me fazes para me fazer companhia neste sentimento de anseio por liberdade, por me soltar por essa estrada desimpedida, livre. Apenas tu e eu, uno no destino terreno e no outro também. Livar-mo-nos das amarras que nos prendem neste dia e simplesmente tirar um dia de férias das férias, um dia para nós e para os dois.

Quanta falta me fazem esses teus cabelos compridos, cor desse ouro que cobre estes montes que de frente nos enfrentam com toda a sua imponência, alertando os incautos da perigosidade que é entrar nos seus domínios. Quanta desta verdura me relembram esses teus olhos doces que me derretem com um simples olhar.

Quero-te aqui ao meu lado, na dádiva que uma deusa nos proporcionou sob forma de um veiculo semiprateado, nessa viagem que começa longe dos olhares da terra do sal, ao longo de duas linhas de costa. Quero percorre-la contigo com o solpoente a teu lado e a lua como sempre a ladear-me e esta estrada toda pela nossa frente, sentir-me te una comigo e sentir-me parte de ti.

Estive quase para te ligar neste momento, para te propor esta nossa escapadinha de um dia, pena é que não existas ainda fisicamente materializada. É possível ter saudades de um sonho?

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Lusitanos


Senhores dos penedos, dos granitos das serras mais altas, senhores das planícies entre Tejo e Mondego, posso claramente afirmar que vizinho vosso os meus antepassados eram. Ó Galaicos, mestres das fragas, dos vales e montes, Douro em cima é em vós que a minha alma se revê.
Senhores Galaicos, senhores Portugueses!

Ser Português não é ser Lusitano! Ser Português é, como nunca me canso de repetir, ser galaico, suevo, lusitano ou até visigodo. É ser romano, ser mouro, somos o conjunto de todos esses povos que se passearam por aqui, derramaram sangue aqui e aqui descansam os seus ossos. Agregamos ainda os conhecimentos dos que contactamos ao longo dos tempos até chegar ao dia de hoje.

Chega a ser parvo o que vou dizer, quando analisamos logicamente o que penso, mas tenho orgulho em ser Português, em ser Europeu. Há um longo caminho em diante para percorrer até à perfeição, é claro, mas caminhamos na sua direcção. Nunca me esqueço, que eu próprio sou parte desta sociedade e que tenho de dar o meu contributo para a sua alteração.

Pingo


Cais dessa nuvem negra, mesmo por cima da minha habitação. Observas-me a escrevinhar à janela à luz do candieiro de rua, fazendo pausas a cada cinco palavras para introduzir um pouco mais de nicotina no meu sistema.
Estatelas-te no passeio, logo te apressas a agregar com as tuas irmãs moleculares e alegras-te por fazer parte desse fluxo que se dirige até à ribeira que se encontra no vale mais próximo. Com outros milhões como tu, ganhas velocidade ao deixar o meu concelho e no das alheiras apanhas boleia com o Tua.
Serpenteando entre fragas e penedos, passando por locomotivas desactivadas, continuas o teu caminho chocando com pedras, vendo animais e fugindo ao tempo até chegar a um dos rios mais nobres, um que empresta o seu nome ao vinho. Percorres esse trajecto com um orgulho descomedido, não consegues acreditar na beleza que vês e de que neste momento fazes parte.

Nas margens avistas cidades deslumbrantes, atravessas barragens sem te deteres. Uma valente nova força vem juntar-se a ti vinda do norte, as tuas irmãs que vêm do Tâmega. Vêm juntar vigor, força a este rio que se dirige a todo o vapor para o propósito final. Enxergas duas cidades, tão belas à luz desta lua cheia, cidades que deram o nome ao meu belo país, transpões a linha ao lado desse castelo de queijo e chegas ao destino, o final, o oceano.
Daqui tens uma nova aventura, na qual eu não te posso seguir e resta-me apenas desejar-te uma bela viagem e que um outro dia me visites novamente.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

17 e 30


Encontro-me tão perto desses números, porém sinto-me tão alheio a eles, tanto, que não os encontro presentes na minha mente, e tudo o que significam para mim. Quanta ansiedade estes números me foram causando ao longo dos tempos, quantas vezes me encontrei congelado nas minhas acções por causa destes números perfeitamente desprovidos de qualquer pressão induzida.

Vejo-me agora perante este acto inanimado de me deslocar para perto desses números, e a agonia começa a instalar-se, um leve tremer de perna releva os mais profundos sentimentos no meu inconsciente. Levemente vou apercebendo-me de toda a tensão que se começa em todos as células do meu, agora, mais pequeno ser. Não havendo volta a dar, estou a preparar-me psicologicamente para uma das viagens de C4 mais importantes que irei dar nos últimos tempos, ou dei algum dia no mês de Dezembro.

O meu pré-destino é a purificação debaixo de uma circulação de vapor quente preparado para o efeito, e a libertação de determinadas células que já não servem a todo o agregado. De seguida, um dos melhores uniformes me esperará para me dirigir a todo o vapor de encontro com os números inquietantes...


Proporcionalidades


Segundo um recente estudo de cientistas e engenheiros muito conceituados, a diminuição da temperatura é directamente proporcional ao aumento da felicidade, se isso envolver os flocos brancos que caem do céu, por outro lado, se não houver esse factor catalisador da satisfação a relação que se encontra é completamente oposta a essa descrita a cima.


9 graus célsius depois caíram as gotas do céu, uma clara mudança de atitude das pessoas foi notoriamente encontrada pelas ruas lineares, com a sua calçada ainda gelada pelo dia anterior. Restam as lembranças daquele dia e a vontade de viver mais dias assim.

Fica aqui a imagem que era vista pela janela do meu quarto, após ter começado a dissolver-se o manto que durante a noite cobriu esta cidade.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Sol posto


No horizonte vejo os últimos raios de sol, ou serão os primeiros raios a enrromper essa linha? Mas uma vez perco-me pelas horas do dia e deparo-me com este quebra-cabeças muito próprio meu, como vou eu distinguir que o que está diante as minhas pupilas é o principio da noite que irá ser coberta de um manto de luz prateada, ou será apenas o final do dia quente, radiante, pejado de raios dourados?

Limito-me a desejar o mais absurdo, a esperar que seja um final, uma derradeira conclusão do dia esplendoroso que vivi, para todo o começo existe um final e porque não um final memorável? Um fecho a uma história que já se prolonga por vários milhares de anos a mais do que devia. Não se calcula bem como começou, mas é perfeitamente dedutível como poderá finalizar, ou como se esperaria que ocorresse.

Nesta altura do ano, os pequenos botões de flores já há muito se deterioraram nos planaltos inclinados, deram lugar ao frutos, que vão do mais negro ao verde Olivina, estando prestes a ser colhidos dos seus ramos. Quantas e quantas árvores desta espécie já não floresceram diante dos meus jovens olhos. Dou-me por muito contente por ter oportunidade de ver outra nascer naquele mesmo lugar.

2009 ou então, zweitausandneun, assim me despeço de ti, deixando as minhas mais humildes esperanças no próximo Janeiro e num recarregamento completo de baterias para as próximas batalhas que se irão travar por terras do sal.

Atenciosamente,
Sonasche
Zac
Za
Carias
Zacarias

Help, I'm alive by Metric

Esta música em especial ajudou-me nas noites mais difíceis da minha vida recente, convosco partilho:

Eu adoro esta letra, representa muita coisa para mim, há uma parte que eu coloquei a cheio e de a verde, que eu adoro, para não dizer amo, e também é por isso que ela está no header do blog e em muitas das minhas pseudo-criações esquisitas.

Deixo-vos a oportunidade de conhecerem acusticamente a música que eu adoro.






I tremble
They're gonna eat me alive
If I stumble
They're gonna eat me alive

Can you hear my heart beating like a hammer?
Beating like a hammer?
Help, I'm alive, my heart keeps beating like a hammer
Hard to be soft
Tough to be tender

Come take my pulse, the pace is on a runaway train
Help, I'm alive, my heart keeps beating like a hammer
Beating like a hammer

If you're still alive
My regrets are few
If my life is mine
What shouldn't I do?
I get wherever I'm going
I get whatever I need
While my blood's still flowing
And my heart still beats...
Beating like a hammer
Beating like a hammer

Help, I'm alive, my heart keeps beating like a hammer
Hard to be soft
Tough to be tender


Come take my pulse, the pace is on a runaway train
Help, I'm alive, my heart keeps
Beating like a hammer
Beating like a hammer

If you're still alive
My regrets are few
If my life is mine
What shouldn't I do?
I get wherever I'm going
I get whatever I need
While my blood's still flowing
And my heart still beats...
Beating like a hammer


Help, I'm alive, my heart keeps beating like a hammer

Táchi!


Raio de cidade que não tem táchis 24h por dia! :/

Extremamente indignado que me apercebo que sou um idiota por não ter acautelado esta situação, mas pronto, lá vou ter de esperar 4 miseráveis horas entre o sono e o frio por um novo comboio que me ligue à roda que é do norte para voltar a terras de montes, montanhas, vales e planaltos.


Só espero é que não surja um manto branco pelo conjunto de montanhas a que toda a gente apelida de Marão, hoje não me sinto verdadeiramente capaz de realizar actividades sociais para passar o tempo preso numa autoestrada para o ser -> "Motorway to be" :P

Vou atacar o Nestum :D

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Terras geladas


A dualidade nas coisas sempre me fascino. Tive há pouco a minha mãe a ligar-me e a contar-me as peripécias que tiveram de ser feitas hoje após sair de casa e depararem-se com uma quantidade considerável de neve a cobrir a Rua da Alegria.

Duas realidades se abateram sobre mim, a alegria de ficar sem aulas porque havia um nevão e o dia tirado para apenas divertir-me com os amigos pelas ruas de Macedo, e a frustração de estar preso no trânsito no Marão.

Fiquei com uma vontade enorme de ter acordado na minha cama, no meu quarto de infância, agora remodelado pela minha matriarca a seu belo gosto, para poder usufruir daquela dádiva, por outro lado pensei no caminho que vou ter de fazer para voltar às origens.

Tudo é feito de dualidades, nada é completamente branco e nada é completamente negro. Há que retirar o que queremos de tudo.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Freezing


Com o frio que se encontra lá fora tenho saudades, saudades de todo aquele frio seco que me arrefece a cara quando estou em terras de torga em terras de fragas opulentas a rasgar o horizonte que me fazem sentir uno comigo próprio, fazem sentir em casa.

Como essa bela região cheia de Montes de Emoções sempre estive preso em dicotomias entre o frio extremo e o calor tórrido, tudo muito seco, muito cru, muito verdadeiro. Sinto uma terrível falta dessa natureza bela e única. Neste frio contagiado pelo oceano que banha a costa aqui perto é muito mais difícil suportar temperaturas superiores aquelas que desde miúdo estou habituado.

Tempo que pode congelar pensamentos, bloquear reacções, é terrível quando uma série de mecanismos de protecção te impedem de efectivamente fazer alguma coisa quando tens mesmo de o fazer, funcionando contra ti próprio aqueles sistemas tentam ingloriamente limitar...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A Árvore de...


Vejo-me de fronte à majestosa Senhora do mais belo monte de coisas puterfactas que só podem ter sido origninárias das mais potentes partes do físico humano, claramente o que é aqui descrito é o que designado por cérebro mais coloquialmente.

A ti, tudo o que te é apresentado diante dos olhos é apenas uma pequena parte do que verdadeiramente existe, tudo o que te dizem que és capaz de efectuar é apenas uma pequeníssima parte do que realizarás por iniciativa própria.

Não caias no erro de acreditar em velhos de Lisboa, mestres no mau augúrio, tu tens as capacidades, a disponibilidade e não dispões da visão-curta dessas tartarugas de pensamento para deixares uma valente marca nessa parede de tijolos feitos com argila pobremente condensada.

Todos os frutos dessa árvore são uma célebre lembrança de tudo aquilo que a árvore consumiu para se tornar o que é, o que foi e o que alguma vez será. Quanto daquilo que absorvemos permanece connosco e qual será a quantidade, objectivamente falando que transmitimos para os outros seres?

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Inverno

Lá fora o vento mete medo à pessoa mais agasalhada, dentro de casa é a simples solidão de um cigarro que mais atormenta os comuns. Ouvi uma daquelas frases feitas num filme que me pôs a pensar, "estás sozinho, todos estamos sozinhos, portanto todos estamos no mesmo barco". Pois se estamos sozinhos, porque não nos juntamos? O que nos leva a perder a ingenuidade de juventude onde bastava apenas um puto ao lado brincar com um carro igual ao nosso para ser o nosso melhor amigo? O que aconteceu a esse à vontade? As vezes penso mesmo que é melhor viver na ignorância., viver os dias um a um, e esquecer tudo o que sabemos.

Houve alguém que disse que com o saber vem o poder, no entanto não vem sozinho, vem sempre acompanhado de problemas por resolver e casado com a consciência do quão pequeno somos.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

A VERGONHA.....

"Um padre transmontano está disposto a assumir o "não" no referendo sobre o aborto no próprio dia da consulta. Sujeitando-se a ser penalizado pela Comissão Nacional de Eleições, para Ilídio Mesquita "a questão em causa não é política mas o mais importante é defender a vida".
Este diácono, responsável pela Paróquia de Soutelo Mourisco, em Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, vai assumir "conscientemente" a sua opção de voto, durante as homílias de 11 de Fevereiro, apelando aos paroquianos que façam o mesmo.
"Eu vou implorar que votem 'não', dizendo-lhes que eu voto 'não' e vocês como cristãos também devem votar não", refere. Ilídio Mesquita esclarece que "não sou contra nada, sou sim a favor da vida"."

terça-feira, 4 de janeiro de 2005

Transmontanos

Levantai-vos Transmontanos e revoltemo-nos!
Regionalização já! Capacidade de escolha para o povo, deixem-nos decidir os caminhos que queremos para Trás-os-Montes! Para lá do Marão mandam os que lá estão!

Temos de nós insurgir:
-Contra os políticos que querem dividir Trás-os-Montes em duas zonas, Zona Urbana de Trás-os-Montes e a Zona urbana do Douro, ou lá como lhe querem por os nomes.
-Contra a diminuição de deputados eleitos para o Parlamento Nacional de 4 para 2.
-Contra a noção de que em Trás-os-Montes as pessoas são incultas e não sabem falar Português.
-Contra a ideia de que não há nada para alem do Marão.

1º- Trás-os-Montes é indivisível! Até o ex-primeiro-ministro e actual presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso sabe isso! Como é que se divide? As pessoas são as mesmas, pensamos de igual forma, partilhamos valores, a cultura, o sotaque, temos uma identidade cultural muito forte, não é possível retirarem o sul só para formar uma região mais rica!

2º- Há uns senhores em Lisboa que pensam que lá por sermos poucos a viver cá temos pouco a dizer nas eleições e estão a pensar em retirar 2 deputados p eleger por Trás-os-Montes, passando a eleger 2. Mesmo isso indo contra a Constituição, que diz que o mínimo que se pode ter é 3, mas o mesmo estão a pensar fazer por exemplo em Portalegre.

3º- O resto do país parece que pensa que em Trás-os-Montes não há pessoas inteligentes, cultas e que toda a gente aqui é analfabeta! Mas é ao mostrarem o espanto por um Transmontano conjugar verbos e usar a 2ª pessoa do plural, que mostram o que sabem de Português, pensam que falamos português arcaico! Parece que o resto do país se esqueceu dessas regras gramaticais e os professores de Português fecham os olhos ou pior, simplesmente também se “esquecem”. Como é que o estado do ensino não está como está? Chamam incultos aos Transmontanos? Incultos são eles que nem os verbos sabem conjugar!

4º- Pode até não haver fábricas de grande porte aqui na zona, e não termos mesmo capacidades para as receber, isto por causa da falta de investimento dos sucessivos governos, mas há outras coisas que não se vêem em mais lado nenhum do país, é exemplo disso a riqueza gastronómica, a variedade fauna e flora, a beleza inata de uma natureza pouco alterada pelo homem, o calor das suas gentes, a neve dos seus Invernos, o calor dos seus verões, a resplandecência das suas primaveras, as cores dos seus Outonos e as riquezas das suas águas ou dos seus solos.
Por isto tudo, só vejo uma só solução para acabar com estes erros todos, a possibilidade de escolha das gentes transmontanas para a sua terra, só possível com a Regionalização! 3k